terça-feira, 8 de abril de 2014

TV GLOBO DIVULGA CIRURGIA REALIZADA EM HOSPITAL ADVENTISTA



Rio de Janeiro, RJ… [ASN] Nesta segunda, 7 de abril, durante o programa Bom dia Brasil, a TV Globo exibiu uma reportagem sobre cirurgia cardíaca seguida de transplante de fígado realizada no Hospital Adventista Silvestre.

A doadora foi a jovem Stephanie Vasconcelos, de 27 anos, que doou 65% de seu fígado para o pai Henrique Julião, que devido aos problemas que ele tem no coração, teve a participação de 14 médicos e durou 17 horas.

Segundo o cirurgião Eduardo Fernandes, “a cirurgia foi positiva, logo depois fizemos a cirurgia na doadora Stephanie, que também doou duas de suas principais veias do fígado. Em até um ano a jovem vai recuperar o fígado doado”, destaca o médico.

Acompanhe a reportagem:

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/pai-recebe-boa-parte-do-figado-da-filha-e-ainda-opera-o-coracao/3264331/

[Equipe ASN, Dina Karla Miranda]

CAMPANHA DE DOAÇÃO DE SANGUE LEVA MILHARES DE PESSOAS AS RUAS



Betim e Belo Horizonte, MG… [ASN] O desejo de fazer o bem e salvar vidas levou uma multidão de pessoas para as ruas no último sábado, dia 5 de abril. Inúmeras campanhas do projeto Vida por Vidas, idealizado pelos jovens da Igreja Adventista com a finalidade de conseguir doadores de sangue e medula óssea, aconteceram paralelamente em todo o Estado.

Em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, o ponto de encontro dos populares aconteceu na Praça do Viaduto do Jacintão e percorreu boa parte do centro da cidade. Ao todo, 10 mil folhetos explicativos da campanha foram entregues para a população, além de exemplares do livro “A grande esperança” e copos de água mineral.

“Estamos próximos a Páscoa e com esse gesto prático de amor a vida, queremos mostrar pras pessoas que a Igreja Adventista se preocupa com elas e que estamos à disposição da sociedade. Pra nós é sempre muito gratificante doar o nosso sangue e assim ajudar a salvar vidas”, explica o organizador da campanha em Betim, Alessandro Victor.

Já em Belo Horizonte os fiéis saíram da Praça Sete, no centro da cidade, em direção ao Hemominas. A adesão dos doadores foi tão grande que a unidade de saúde não conseguiu atender todos os voluntários. Por meio de parcerias com os hemocentros de Minas Gerais, anualmente os doadores conseguem manter um cadastro regular de doadores que são acionados pelas unidades de saúde em situação de emergência. [Equipe ASN, Luzia Paula].

VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO



Vós sois a luz do mundo. [...] Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus. Mateus 5:14, 16


Percebemos o que Jesus está dizendo? "Para que vejam as vossas boas obras." Não boas opiniões, boas ideias religiosas, teorias, discursos nem palavras que impressionem.


Sandra, uma moça atraente que se tornou adventista, resolveu que não mais teria namorados de fora da igreja. Em decepção, desabafou mais tarde que os rapazes da igreja, pelo menos aqueles com quem ela se relacionara, não eram diferentes dos "pagãos" que conhecera. Eles podiam até pretender ser diferentes, podiam defender ideias cristãs, mas para ela era impossível ver qualquer diferença.
Eu sou a "luz do mundo", mas, se trapaceio em meus negócios, exploro os outros e tiro vantagens deles, se roubo, minto, dou informações falsas, não pago minhas dívidas, calunio e não controlo meu temperamento, então eu "desligo" a luz, crio um "apagão". O argumento de Jesus é simples, mas extraordinário: o valor da luz está no seu contraste com as trevas. Quando a luz deixa de iluminar, ela não apenas perde o seu valor, mas deixa de existir como luz. Jesus falou de ações concretas, não de propaganda religiosa. É precisamente isso que o mundo está esperando dos cristãos.


O Adventist Kettering Medical Center, em Ohio, foi edificado sobre o poder do testemunho cristão. O milionário Eugene Kettering buscou uma instituição com quem se associar para construir um estabelecimento médico de alta qualidade. Escolheu os adventistas. A Igreja Adventista enviou então George Nelson para trabalhar com o Sr. Kettering no projeto. Esses dois homens, embora de origens diferentes, tinham algo em comum: devoção à honra e à excelência. Depois de alguns encontros, o Sr. Kettering foi ao escritório do irmão Nelson e, casualmente, deixou sobre sua mesa o primeiro cheque. Quando Nelson viu o cheque, mais tarde, ele estava em seu nome, no valor de 1,2 milhão de dólares.


Muitos anos depois, um pouco antes de Eugene Kettering morrer, George Nelson o visitou. Perguntou-lhe por que, em tão pouco tempo de relacionamento, havia confiado a ele tal soma de dinheiro. "George", respondeu o Sr. Kettering, "eu confiava em você mais do que confiava em mim." Que poderoso testemunho! Lembre-se: sem caráter cristão, não há testemunho cristão.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

OS QUE NASCERAM DUAS VEZES



Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã. Salmo 30:5


William James, em seu clássico The Varieties of Religious Experience (As Variedades da Experiência Religiosa), aplica a metáfora dos dois nascimentos para pessoas religiosas. Os que nascem "uma vez" são pessoas que atravessam a vida sem nunca experimentar complicações em sua fé. Eles podem ter dificuldades financeiras, desapontamentos, mas nunca atravessam tempos que realmente parecem contradizer sua experiência religiosa. A compreensão que eles têm de Deus, quando chegam à velhice, não é diferente do que aprenderam sobre Ele na infância.


Para James, os "nascidos duas vezes" são pessoas que atravessam enormes crises, chegando mesmo a perder a fé para então recuperá-la. E a nova fé é muito diferente daquela que foi perdida. Em vez de experimentarem apenas dias de céu azul, algumas vezes o Sol parece lutar para sair da tempestade, embora sempre consiga reaparecer. Deus, conforme eles apresentam, parece mais real. Ele não é simplesmente o "paizão" que sempre mantém os filhos "seguros e secos". Ao contrário, Deus os capacita a prosseguir através da noite escura de um mundo perigoso. Esses são como um osso que quebra e depois de curado é mais forte no lugar em que se partiu. A fé manifestada por eles é mais forte do que antes, porque em algum momento aprenderam que podem depender de Deus e assim sobreviver às perdas e tragédias. Depois das desilusões, a fé é mais forte porque testemunhou que muito de sua antiga confiança eram apenas deuses falsos.


Imagino que os salmos foram escritos por pessoas que tiveram que lutar para descobrir onde Deus estava escondido na vida delas, e não por aqueles para quem Deus era muito óbvio. Presente, mas não óbvio. O salmo 30 é um exemplo disso. Atribuído a Davi, ele foi escrito por alguém recuperado de séria enfermidade, alguém liberto de um fosso de opressão, cercado de inimigos por todos os lados. Ele vai ao templo não como o adorador superficial, acostumado a repetir suas frases mecânicas. Ele, que se julgava inabalável (v. 6), descobriu que a caminhada com Deus não é um passeio no parque. Em tempos de grande tribulação, ele perdeu a fé simplória, substituindo-a por uma compreensão profunda de Deus, que aqui se revela em louvor e agradecimento. Ele aprendeu que o choro não dura para sempre. A alegria, cedo ou tarde, triunfa.

sábado, 5 de abril de 2014

BARNABÉ, FILHO DE EXORTAÇÃO




José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho de exortação, levita, natural de Chipre, como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos. Atos 4:36, 37

Dos inúmeros e anônimos pregadores das boas-novas na igreja primitiva, apenas alguns poucos emergem claramente das páginas do Novo Testamento. Barnabé é um dos poucos missionários que antecederam Paulo acerca de quem sabemos algo. Mas o pouco que conhecemos dele sugere sua importância. Judeu da diáspora, viveu em Chipre, mas tornou-se um dos mais primitivos discípulos em Jerusalém.

Seu nome era José, mas passou a ser chamado de Barnabé pelos apóstolos. O termo "Barnabé" é interpretado por Lucas como "filho de exortação". Ele é descrito como "cheio do Espírito" (At 11:24). Curiosamente, Barnabé, em todas as cenas bíblicas em que aparece, é sempre uma figura de apoio, sempre a serviço de outros:

É ele quem introduz Paulo à igreja, depois da conversão deste (At 9:27). Provavelmente foi o primeiro a reconhecer o potencial do apóstolo.

É enviado pelos apóstolos para apoiar o trabalho em Antioquia, enquanto o cristianismo era pregado aos gentios em nova escala (At 11:22).

É enviado, com Paulo, de Antioquia a Jerusalém em uma missão de misericórdia (At 11:29, 30).

Ajudou Paulo na primeira viagem missionária, partindo de Chipre (At 13 e 14). De fato, Barnabé foi o líder original, embora Paulo tome o papel principal posteriormente.


No Concílio de Jerusalém, é ele quem defende as reivindicações dos cristãos gentios (At 15:1-32).

Ele acompanhou Paulo a Antioquia, em envolvimento missionário (At 15:35).
Na segunda viagem missionária, Barnabé aconselhou que levassem João Marcos, que havia desertado anteriormente. Como Paulo se recusasse a fazê-lo, Barnabé acompanhou o jovem Marcos em uma dupla missionária, impedindo que ele desistisse de seu chamado (At 15:36-40).

Barnabé continuou a serviço do evangelho, o que é indicado pelas referências que Paulo faz a ele como alguém conhecido dos gálatas (Gl 2:1, 9, 13), dos coríntios (1Co 9:6) e dos colossenses (Cl 4:10). Segundo a tradição, Barnabé foi martirizado no ano 61 a.C. Como vemos no texto de hoje, ele colocou suas posses à disposição da igreja. A fragrância de sua vida chega até nós.


UMA ILHA NO TEMPO








Havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito. E abençoou o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera. Gênesis 2:2, 3


O mundo moderno é uma extensão da Babilônia espiritual. Essa não é apenas uma invenção do gênio humano, mas de forças malignas sobrenaturais cujo objetivo é anuviar a mente e anestesiar a percepção das pessoas. Vivemos em meio ao caos generalizado, em que muitos não percebem até que ponto estão sendo afetados. Os seres humanos se tornaram quase como robôs. Dormindo pouco, lutando em meio ao tráfego, enfrentando pressões bizarras de todos os ângulos, não é de admirar que estatísticas indiquem que uma em cada cinco pessoas é hoje diagnosticada mentalmente enferma. Mais do que em qualquer outro tempo, necessitamos redescobrir o poder restaurador do sábado.


Diferentemente do batismo, santa ceia ou lava-pés, o sábado é um símbolo instituído por Deus no início da história humana. Ele vem da perfeição original e traz o hálito do Éden, anterior ao pecado. Foi dado como presente de Deus, no clímax da criação, para os primeiros seres humanos. Deveria estender-se a toda a humanidade. No esquema da criação, a obra de Deus se move do espaço para o tempo, e o tempo está dividido entre tempo comum e tempo especial. O tempo comum flui para o tempo especial. Nessa lógica, a criação não é um fim em si mesma: o ser humano não encontra realização plena nos dias do tempo comum, naquilo que possa fazer ou realizar. O alvo final da atividade semanal e da vida não é encontrado do primeiro ao sexto dia da semana. O clímax é o repouso do ser humano na presença do Criador.


O sábado é um perpétuo memorial de que ninguém alcança seu propósito no trabalho como se fosse um animal de carga. O alvo final da vida é a comunhão com Deus. Isso é indicado pelo fato de que o ser humano foi criado apenas no sexto dia. O sábado é o sétimo dia da semana, mas o primeiro dia de existência de Adão e Eva. Eles repousaram, então, não porque estivessem cansados. Repousaram para comungar com o Criador. Em Sua presença, iriam alinhar suas prioridades. Hoje não é diferente. Os olhos precisam ser abertos para que vejamos o que é fundamental. É o homem em rebelião que busca realização independentemente de Deus, como se a vida se esgotasse nos dias do tempo comum.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Egito já tem seu primeiro clube de desbravadores




Cairo, Egito … [ASN] O dia 9 de março passou a ser um dia histórico para a Igreja Adventista no Egito com a participação de um casal de voluntários brasileiro. Esse foi o domingo em que o clube Pioneiros do Nilo se reuniu pela primeira vez com mais de 60 desbravadores inscritos. Todos são estudantes do Nile Union Academy, um pequeno internato adventista de Ensino Médio localizado, em El Gabel El Asfar, na Grade Cairo. Esse é primeiroclube de desbravadores organizado que se tem notícia a iniciar oficialmente suas atividades no país africano.

No passado, ocorreram algumas iniciativas por parte de líderes adventistas locais e missionários, no entanto, o que se sabe é que os projetos ficaram na fase de treinamento, não avançando ao ponto de existir um clube desbravadores ativo no país. Em sua primeira reunião, o nome do clube foi escolhido e dias depois as primeiras camisetas do “Nile Pioneers” (Pioneiros do Nilo) já foram encomendadas com a ajuda de doações de brasileiros que apoiam este projeto coordenado pelos professores do Unasp-SP, Marcos Eduardo e Ana Paula Lima. Pelo fato de o projeto acontecer no NUA, um colégio de língua inglesa, as reuniões dos Pioneiros do Nilo são realizadas neste idioma. No NUA, os alunos se formam no Ensino Médio tendo o inglês como segunda língua.



Para a voluntária Ana Paula Lima, a primeira fase do projeto que começou no NUA pode ser considerada a mais tranquila diante dos desafios a frente. Trabalhamos com o inglês em uma comunidade cristã e temos a estrutura do colégio para realizar as reuniões. Nosso desafio maior será iniciarmos o movimento dos desbravadores com os adolescentes das pequenas Igrejas árabes e sudanesas do Egito. Há muito trabalho pela frente. Precisaremos de mais voluntários por aqui para dar continuidade ao projeto”, pontua Ana Paula Lima. Ao participar da primeira reunião do clube Mary Shehata afirmou emocionada: “Agora sim eu estou vendo e começando a entender o que é ser um desbravador”. Mary formou-se no NUA e hoje é uma das funcionárias do colégio. No passado, ela foi uma das jovens que participou dos treinamentos iniciais para desbravadores. A jovem aceitou o convite para ser secretária do clube e se prepara para ser uma futura líder de desbravadores”. No dia 9 de março aconteceu a primeira reunião, as primeiras instruções, com atividades recreativas e os ideais sendo recitados pela primeira vez.






O casal de líderes do Brasil acredita na força do movimento dos desbravadores e aceitou o desafio de dedicar dois anos ao Serviço Voluntário Adventista em prol dos jovens no Egito, atuando também como professores do Nile Union Academy. “Como Igreja, temos todas as ferramentas básicas: pessoas, mensagem, programa e visão de futuro. O clube de desbravadores é um sistema coeso de formação de liderança. Uma vez que os jovens adventistas no Egito e a igreja precisa se fortalecer, a ideia de estruturarmos o ministério dos desbravadores no país nos pareceu fantástica”, enfatiza Lima. Após três finais de semanas com reuniões, o Nile Pioneers Club segue firme e animado. Os líderes planejam a primeira caminhada do clube e o primeiro acampamento no início de abril e final de maio respectivamente. [Equipe ASN, da Redação]