sábado, 12 de abril de 2014

Mais de 1.500 jovens são mobilizados para evangelizar nas redes sociais

Curitiba, PR… [ASN] Eles curtem, compartilham e comentam uma infinidade de assuntos quase a todo o minuto. É pelas redes sociais que bilhões de usuários de redes virtuais de relacionamento, como o Facebook, se expressam e se informam sobre o que acontece no mundo. Por isso, na tarde do último sábado, 5 de abril, a igreja adventista central de Curitiba recebeu mais de 1.500 jovens que aceitaram o desafio de compartilhar Jesus pela web.

Nos últimos anos, o Brasil vem ganhando cada vez mais notoriedade em plataformas como o Facebook, passando a ocupar a segunda posição entre os países com mais acessos diários à ferramenta e a terceira em número de usuários – já são mais de 75 milhões, situando-se abaixo apenas da Índia e dos Estados Unidos nesse ranking. Nesse contexto, as redes sociais tornam-se um meio potencial para falar de esperança.

“O projeto Facebukeros Brasil tem a cara do jovem que gosta de estar conectado e usa as redes com postagens construtivas. Essa é uma campanha evangelística intencional em que cada internauta é desafiado a dedicar apenas seis minutos do dia para compartilhar com os amigos alguns vídeos do pastor Luís Gonçalves”, explica o pastor Elmar Borges, organizador do evento e idealizador da versão brasileira da iniciativa que nasceu em Guayaquil, uma das cidades mais populosas do Equador. “Se cada jovem marcar nas postagens pelo menos dez amigos, teremos influenciado mais de 10.000 pessoas ao final dessa campanha.”
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Pastor Elmar Borges explica que o projeto tem a proposta de trabalhar o evangelismo intencional


O projeto contempla duas etapas. A primeira, que vai de 6 de abril a 3 de maio, propõe o compartilhamento de vídeos de até três minutos do evangelista da Igreja Adventista para a América do Sul. Já a segunda, que acontece de 4 a 10 de maio, consistirá em uma semana de evangelismo presencial, coordenada por Luís Gonçalves na capital paranaense. A ideia é que a primeira fase funcione como um convite para a etapa complementar.

“Será uma forma de preparar e convidar os amigos de Curitiba para esse grande encontro com Jesus. Vamos usar a rede social para despertar o interesse dos internautas e depois termos o contato pessoal com o estudo da Bíblia”, ressalta Borges.

Jovens conectados

A programação, que reuniu jovens tanto da capital quanto do interior do Estado, contou com a participação musical do Curitiba Coral, da igreja central de Curitiba, e do Tabernaculus Coral, da congregação adventista do bairro Juvevê, além do cantor Leonardo Gonçalves, que apelou aos jovens quanto ao uso consciente das redes.

“Para o jovem ser um cristão na vida virtual, antes é preciso ser um cristão na vida real. Não deixe de estar ligado à Palavra de Deus. Assim, nosso Facebook também será um meio de evangelismo”, aconselhou o cantor.

Entre os palestrantes do evento, o líder de comunicação da Igreja Adventista para oito países da América do Sul, pastor Rafael Rossi, destacou que os cristãos não podem levar um estilo de vida na rede social e ser totalmente o oposto na vida real, mas é preciso haver uma conexão.

“A bandeira que eu levanto no meu Facebook, Twitter ou Instagram precisa ser algo relevante e que venha acrescentar na vida das pessoas. Pois, se não buscarmos a Deus na vida real, em vão serão nossas postagens. Hoje eu desafio a cada ‘facebukero’ a entregar sua rede social para Jesus e participar dessa campanha. Os resultados serão surpreendentes aqui na Terra e na eternidade”, ressaltou.

Evangelismo na rede
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Campanha quer mobilizar mais de 10 mil internautas para evento que acontece em maio com o pastor Luís Gonçalves


Um dos participantes do programa foi o auxiliar de produção Fernando Almeida, 19 anos, que veio do município de Imbituva, situado a aproximadamente 175 quilômetros de Curitiba. Ele diz que, apesar de a distância o impedir de participar da segunda fase do projeto, não vai deixar de compartilhar os vídeos.

“Gostei muito desse projeto e já estou aqui com a minha lista dos dez amigos que vou marcar nas minhas publicações dos vídeos. De alguma maneira vamos nos organizar lá na igreja de Imbituva para também fazer uma Semana de Oração e aproveitar o efeito que os vídeos vão fazer em nossos amigos”, afirma o jovem.

Para participar da campanha Facebukeros acesse o link facebook.com/facebukeros.brasil e compartilhe os materiais. [Equipe ASN, Mairon Hothon e Jéssica Guidolin/Fotos: Márcio Tonetti].

Ações em Colégios Adventistas valorizam a escolha por alimentos saudáveis



São José dos Campos, SP…[ASN] O sinal anuncia que chegou a hora do recreio no Colégio Adventista de São José dos Campos, SP. As lancheiras de diferentes cores e formatos se abrem. O conteúdo delas é ainda mais diversificado. A composição de refrigerantes e biscoitos de algumas contrasta com a de frutas e sucos de outras.

O que vai na lancheira de cada aluno demonstra não só a preferência alimentar, mas pode revelar a rotina alimentar dele. Com o intuito de orientar os alunos a escolherem alimentos saudáveis para montar a lancheira, as Escolas Adventistas da região do Vale do Paraíba, no interior paulista, desenvolveram o projetoLancheira 5 ao dia. Nele, durante uma semana, uma equipe de nutricionistas orientam os alunos a escolherem pelo menos cinco cores de alimentos saudáveis diariamente.




5 ao dia

O projeto de reeducação alimentar é desenvolvido há três anos na rede de Ensino Adventista da região. Cada ano, a campanha 5 ao dia enfoca um aspecto diferente. Nos dois anos anteriores, o projeto destacou a importância de comer cinco alimentos de cores diferentes diariamente e os incentivou a colocar isso em prática. Este ano, a ênfase é no momento do preparo da lancheira.


Foi montada uma mini-feira de saúde com diferentes dinâmicas para conscientizar os alunos

“A escola é o ambiente ideal para o desenvolvimento de novos hábitos. Muitos alunos estão acostumados a comer coisas ruins para a saúde. Com esse projeto, temos a oportunidade de despertar não só os alunos, como também os pais para reverter esses costumes que prejudicam a saúde”, destaca Milene Launes, nutricionista para a rede de Educação Adventista na região do Vale do Paraíba.

Para orientar os familiares, este ano foi produzido um informativo sobre hábitos alimentares saudáveis. No impresso, há uma série de receitas que foram apresentadas pelos alunos em um concurso que envolveu as nove escolas da região. “As melhores receitas foram divulgadas na revista que entregamos aos pais. Além de reforçarmos em casa o que falamos na escola, orientar os pais aumenta o nosso alcance e também a relevância da educação adventista na sociedade”, opina Milene.

Resultados

A mudança de costumes alimentares ocorre não só na hora de escolher o que comer no período do recreio escolar. Douglas Galli, 7 anos, conta que não passa uma refeição sem comer uma fruta como sobremesa. “A fruta que eu mais gosto é a banana”, afirma.

Além da orientação sobre bons hábitos alimentares, é feito um acompanhamento nutricional dos alunos. Ao passar pela avaliação do ano passado, Matheus Albuquerque, x anos, foi encaminhado para fazer uma série de consultas com nutricionistas. “Nas consultas mensais, Matheus aprendeu a importância de beber água, consumir frutas e evitar guloseimas em horários impróprios. Recebemos cardápios com preparações saudáveis e o melhor, ele cresceu e não engordou”, relata Ester Albuquerque, mãe do aluno. Segundo ela, o sucesso do projeto está na forma em que o aluno é informado e conscientizado em relação aos bons hábitos alimentares. [Equipe ASN, Lucas Rocha]

JESUS, O SENHOR DA VIDA



Fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais [...]. Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em Seu nome. João 20:30, 31


Cada evangelho teve uma audiência primária específica. Em grande medida, isso determinou seu conteúdo. Mateus escreveu para judeus; Marcos, para romanos; Lucas, para grupos de gregos convertidos à fé cristã. João foi escrito, no fim do 1º século, para a igreja. Destinava-se a uma geração de cristãos que não haviam conhecido a Cristo. Cristãos que estavam se perguntando: Quem é Jesus Cristo? O texto de hoje indica o propósito desse evangelho. João está dividido em duas partes. Na primeira seção, capítulos 1 a 12, o evangelho trata dos atos de Jesus. João não usa a palavra "milagre". O que Jesus realiza são "sinais". Os sinais são como parábolas que apontam para uma realidade além de si mesmas. Os sinais em João suscitam a pergunta: Quem pode realizar obras assim? E sugere a resposta: Apenas Deus!


João registra sete sinais. Todos eles com características exclusivas desse evangelho. No primeiro, Jesus transforma água em vinho (2:1-12), o que trata da questão da qualidade. O segundo sinal é a cura do filho de um oficial do rei, que estava a uma distância acima de 32 quilômetros (4:43-54).


Distância não é problema para Ele. O terceiro é a cura do paralítico de Betesda (5:1-8), inválido por 38 anos. Tempo não está fora de Seu poder e controle. O quarto sinal (6:1-13) é a multiplicação de pães para uma grande multidão. Quantidade não é obstáculo para o Senhor. No quinto sinal, Jesus anda sobre o mar (6:16-21). Forças naturais Lhe obedecem. Depois Ele cura um cego de nascença (9:1-11). Este sinal tem que ver com o acaso.


Ele é superior às forças cegas e perplexidades da vida. Finalmente, é descrita a ressurreição de Lázaro (11:17-44). Jesus Cristo é maior que a morte. Leia o contexto desses casos. Observe que João intensifica a dimensão do problema para enaltecer Aquele que é a solução. Lázaro, por exemplo, não apenas estava morto; ele já estava em decomposição.


Tais sinais cobrem todas as áreas da vida. Você está buscando qualidade? Ele é a resposta. Seu problema tem que ver com distância, tempo, quantidade, forças naturais, acaso ou a própria morte? Jesus Cristo veio a nós e entrou em nossa história para dar sentido a nossa existência. Creia e tenha vida em Seu nome!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

VOCÊ E O DINHEIRO



Ao Senhor pertence a Terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Salmo 24:1


Deus provê para cada pessoa dois elementos básicos: tempo e talentos. Esta é a estrutura da vida. O tempo é igual para todos. Os talentos são diferentes de pessoa para pessoa. O dinheiro, em grande medida, é o resultado da combinação do tempo e do talento. Tempo e talento não podem ser acumulados, mas juntos podem produzir algo que pode: o dinheiro. Assim, de maneira real, o dinheiro representa parte do tempo e do talento utilizados para adquiri-lo. O desperdício do dinheiro, além de ser desperdício do talento e do tempo, é o desperdício da própria vida.


O plano de Deus para nos libertar da atração fatal do dinheiro é ensinar-nos a não permitir que aquilo que possuímos venha a nos possuir. Quando falamos dos planos de Deus para a vida, devemos lembrar que eles não podem ser entendidos pelo homem natural (2Co 2:14). Tais planos não lhe parecem razoáveis porque (1) o homem é criatura finita e não pode entender plenamente os caminhos de Deus; e (2) Deus veste Seus planos em mistério e não os revela em todos os detalhes para que desenvolvamos um relacionamento de fé com Ele.


Nas Escrituras, aprendemos que os dízimos pertencem ao Senhor (Ml 3:8-10). Por meio da devolução sistemática e fiel daquilo que Ele separou como um símbolo, Ele nos ensina os princípios básicos de Seu reino:


Submissão: "Não só de pão viverá o homem" (Mt 4:4).


Dependência: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino" (Mt 6:33).


Obediência: "Dai [...] a Deus o que é de Deus" (Mt 22:21).


Prioridade: "Onde está o teu tesouro [...]" (Mt 6:21).


Lealdade: "Não podeis servir a Deus e às riquezas" (Mt 6:24).


Confiança: "Não andeis ansiosos" (Mt 6:25).


Compromisso: "Fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28:19).


O dízimo é baseado em convicção teológica. Sem a doutrina da criação, ele não tem fundamento sólido. O dízimo pode parecer um absurdo lógico. Em última instância, ele representa a rejeição do egoísmo e a libertação da tirania das coisas. Porque pertence ao Senhor, Ele é santo, como o sábado. Porque Jesus só menciona o dízimo uma única vez (Mt 23:23), alguns sugerem que lhe falta base no Novo Testamento. Jesus mencionou a necessidade da conversão, também, apenas uma vez (Jo 3:3), e ninguém contestaria o imperativo dela com base na estatística.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

QUEM EU SERIA SE PUDESSE SER



Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele. 1 João 3:2


Quem Eu Seria se Pudesse Ser é o curioso título de um livro que vi na vitrine de exposição na Fundação Síndrome de Down, em Campinas, onde levamos nosso filho Mike para algumas de suas terapias. O livro, que adquiri posteriormente, trata da "viagem imperfeita" e das fronteiras, muitas delas insuperáveis, de pessoas limitadas por alguma disfunção intelectual.


Desde o nascimento de nosso filho com a Síndrome de Down, observo seu desenvolvimento, às vezes muito lento. Muitas vezes, testemunho seu enorme desejo de aprender. Observamos seu incansável trabalho em encher cadernos e mais cadernos, copiando exercícios que ele não entende, ou simplesmente escrevendo seus pequenos arabescos, em sua formidável tentativa de acompanhar as outras crianças. Pergunto-me, em algumas ocasiões: Quem seria ele, não fosse sua enorme limitação? Em casa, temos sido abençoados pelo Mike. Seu jeito de anjo, sua inocência, sua bondade, seus comentários ingênuos e sua forma de ver as coisas nos surpreendem de diversas maneiras. Temos com ele uma regra muito clara: para um ser limitado, amor ilimitado.


Por outro lado, todos nós tornamo-nos disfuncionais em relação ao plano original de Deus. Ao nascer, Mike foi diagnosticado como portador da "trissomia vinte um". Em linguagem simplificada, podemos dizer que isso afeta cada célula de seu corpo. Assim somos nós, completamente afetados em cada "célula" de nossa estrutura espiritual. Nosso desenvolvimento em viver a vontade de Deus é muitas vezes lento e reticente. Por vezes, quase desanimador. Mas Jesus é um grande otimista!


Lembre-se, Deus também tem uma regra imutável em relação às nossas debilidades: amor e paciência ilimitados. Se não desanimarmos e permitirmos que Deus atue, Ele aperfeiçoará a boa obra que iniciou em nós (ver Fp 1:6).


Sua graça finalmente triunfará suprema, e seremos afinal aquilo que Ele projetou. O texto de hoje sugere um contraste entre o que é conhecido e aquilo que vamos ser. Somos agora "filhos de Deus", mas o pleno significado disso ainda está no futuro. Ainda aguardamos a revelação daquilo que seremos em nosso estado final: "Transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem" (2Co 3:18).

terça-feira, 8 de abril de 2014

NOÉ, MUITO ALÉM DE UM FILME



Nada contra a iniciativa de produzir um filme com a história de Noé. Considero uma ideia interessante e que tem seus nobres objetivos. Mas, como quase tudo o que diz respeito à Bíblia hoje em dia, está gerando polêmica. Há os que consideram o conteúdo da película uma afronta ao texto bíblico original e outros que já aclamam o material por sua adaptação. Como eu não vi o filme ainda, quero pensar um pouco além dessas questões.

Filme comercial é e sempre será um filme. O que quero dizer com isso? Que para vender e conseguir audiência esse tipo de produto precisa apresentar elementos capazes de prender a atenção de quem vai, por exemplo, a um cinema e paga para assistir a uma sessão. É a lógica comercial há décadas em vigor e que funciona hoje plenamente. Digo isso para que ninguém se iluda ou espere que uma produção de aproximadamente 125 milhões de dólares, com nítido interesse em ser um sucesso na escola holywoodiana, tenha sido pensada para outra finalidade a não ser dar lucro. Diretor, produtores, distribuidores, todos unidos para que o filme venda.

Mas e o conteúdo? Bem, certamente levará em conta essa lógica comercial e não a opinião necessariamente de quem lê a Bíblia em casa há anos e já meditou nos capítulos de Gênesis que narram a trajetória do patriarca orientado por Deus para construir uma arca antes do dilúvio anunciado para destruir o mundo da época.

Minha reação diante de um filme como esse é a de senso de oportunidade. A produção não reflete exatamente o que talvez eu pense acerca da biografia de Noé? Pois bem, então diante disso uma dica que dou é a de ler o que o texto bíblico deixou registrado, debruçar-me sobre outros livros de comentaristas e tirar minhas próprias conclusões. Isso se chama pensar. O filme foi feito sobretudo para entretenimento, mas se eu quero profundidade de conhecimento tenho livros para me auxiliar. Preciso sair da crítica ao trabalho cinematográfico e criar eu mesmo minha concepção sobre o assunto.

Minha fé não precisa ser abalada sobre o que aprendi acerca de Noé. Sabe por quê? Porque não li apenas os quatro ou cinco capítulos referentes a sua vida para ter saciada minha curiosidade ou para ter argumento a fim de discutir nas redes sociais com amigos ou desconhecidos. Li para que eu mesmo fosse edificado espiritualmente.

Eu precisava entender que somente um homem muito bem relacionado com Deus poderia ouvir tão nitidamente Sua voz a ponto de aceitar fazer um barco gigante em um lugar onde nunca havia chovido torrencialmente.

Eu tinha de absorver por mim mesmo o conceito de que os habitantes da terra nos dias de Noé representavam os que desprezam os ensinos de Deus e não confiam no Seu amor a ponto de preferir morrer afogados a entrar em uma arca cheia de animais e até insalubre, mas vivos.
Eu precisava pessoalmente dessas palavras alentadoras e dessa narrativa fantástica.

Quem sabe compreendi melhor que os sonhos de um pai para seus filhos podem ser muitas vezes frustrados diante das escolhas que eles fazem apesar de todo o carinho e consideração demonstrados. Que o diga Cão!
Enfim, Noé fora do filme, sem a interpretação de Russel Crowe, sem maquiagem, sem cenário, sem figurantes, sem luzes especialmente feitas para causar sensações, sempre será para mim o Noé de fé, perseverança, humildade e lealdade ao Deus invisível e que se fez presente de maneira significativa na vida dele.

Se alguém não crê na história da Bíblia e vê tudo como mito e Noé apenas como ícone a ser explorado por outros ângulos, tudo bem. Respeito. Mas eu quero tirar vantagem de saber que as atitudes dele, o jeito como ele reagiu diante do pedido inusitado do Senhor e sua conduta me ensinam lições valiosas.

Muito se falará sobre o filme, suas especificadades técnicas, a performance dos atores e todos os comentários associados. Mas sugiro que você se aprofunde em Noé, um homem visionário segundo a vontade divina. Será, também, um incrível espetáculo pessoal.

REALIDADE EM FOCOFELIPE LEMOS
Jornalista, especialista em marketing, autor de crônicas e artigos diversos - gerente da Assessoria de Comunicação da sede sul-americana adventista. Twitter: @felipelemos29 Blog: www.felipelemos.com

O MELHOR REMÉDIO PARA O ESTRESSE



Quem não está estressado hoje em dia? E o pior é que essa doença do momento ainda pode aumentar o risco de outras enfermidades como diabetes, pressão alta e ataques cardíacos. Muitos pesquisadores têm estudado o estresse, suas consequências e, principalmente, como neutralizá-lo. As teorias são muitas e há várias maneiras de ajudar as pessoas que estão sofrendo desse mal.

Um método que tem sido reconhecido como eficaz é prestar ajuda a outros. Um estudo realizado há mais de dez anos comprovou que indivíduos que assistiam um vídeo sobre Madre Teresa e seu trabalho entre os leprosos de Calcutá, na Índia, tinham melhor ação de seu sistema imunitário quando comparados com outro grupo que assistia filmes da segunda guerra mundial. O provável mecanismo funciona da seguinte forma: aqueles que observam o serviço missionário de alguém sentem um benefício mental que provoca uma reação que afeta o eixo hipotálamo-pituitária-medula adrenal (HPA Axis) diminuindo a secreção de cortisol e outros hormônios do estresse, os quais bloqueiam a ação do sistema imunitário. Em simples detalhes, assistir a vídeos com pessoas realizando serviço a outros produz alto relaxamento mental, ativa o eixo HPA, bloqueia os hormônios do estresse e ativa a ação do sistema imunitário.

Outro estudo mais recente confirmou o fato de que o auxílio ao próximo é benéfico contra o estresse. O estudo comparou pessoas que prestavam algum tipo de ajuda significante a outras pessoas durante o período de uma semana. Ao serem avaliadas as escalas de estresse, aqueles que praticavam mais serviço tinham menor nível de estresse.
O que ocorre é que muitas vezes estamos muito concentrados em nossos problemas durante o dia e a noite. Nossa autopreocupação se torna uma prioridade e não podemos conceber que haja outras pessoas que possam ter mais problemas que nós. Ao prestarmos auxílio a outras pessoas e ao focarmos nossa mente em ajudar alguém em necessidade, duas coisas acontecem. Primeiro tiramos o foco de nós mesmos e por algum tempo concentramos a atenção em algo diferente. Esta distração é benéfica para o controle do estresse.
Em segundo lugar, e que talvez seja mais importante, é observar que não somos apenas nós que temos problemas; todos têm problemas e, com frequência, piores que os nossos. Esta nova forma de ver a vida produz relaxamento e um senso de universalidade, ou seja, não sou apenas eu que tenho problemas ou “bem-vindo ao planeta Terra”.
Você comprou a ideia? Muito bem, se quiser, faça uma experiência. Faça um plano de ajudar alguém pelo menos uma vez por dia. Isto requer atenção, você terá que se comunicar com as pessoas, vizinhos, amigos, parentes, colegas de escola ou de trabalho, e perguntar a eles se eles necessitam de alguma ajuda – isto se, naturalmente, você não detectar alguém em necessidade durante o dia.
Faça o teste durante uma semana, e me conte o resultado. Eu vou fazer o mesmo!

Quem não está estressado hoje em dia? E o pior é que essa doença do momento ainda pode aumentar o risco de outras enfermidades como diabetes, pressão alta e ataques cardíacos. Muitos pesquisadores têm estudado o estresse, suas consequências e, principalmente, como neutralizá-lo. As teorias são muitas e há várias maneiras de ajudar as pessoas que estão sofrendo desse mal.

Um método que tem sido reconhecido como eficaz é prestar ajuda a outros. Um estudo realizado há mais de dez anos comprovou que indivíduos que assistiam um vídeo sobre Madre Teresa e seu trabalho entre os leprosos de Calcutá, na Índia, tinham melhor ação de seu sistema imunitário quando comparados com outro grupo que assistia filmes da segunda guerra mundial. O provável mecanismo funciona da seguinte forma: aqueles que observam o serviço missionário de alguém sentem um benefício mental que provoca uma reação que afeta o eixo hipotálamo-pituitária-medula adrenal (HPA Axis) diminuindo a secreção de cortisol e outros hormônios do estresse, os quais bloqueiam a ação do sistema imunitário. Em simples detalhes, assistir a vídeos com pessoas realizando serviço a outros produz alto relaxamento mental, ativa o eixo HPA, bloqueia os hormônios do estresse e ativa a ação do sistema imunitário.

Outro estudo mais recente confirmou o fato de que o auxílio ao próximo é benéfico contra o estresse. O estudo comparou pessoas que prestavam algum tipo de ajuda significante a outras pessoas durante o período de uma semana. Ao serem avaliadas as escalas de estresse, aqueles que praticavam mais serviço tinham menor nível de estresse.

O que ocorre é que muitas vezes estamos muito concentrados em nossos problemas durante o dia e a noite. Nossa autopreocupação se torna uma prioridade e não podemos conceber que haja outras pessoas que possam ter mais problemas que nós. Ao prestarmos auxílio a outras pessoas e ao focarmos nossa mente em ajudar alguém em necessidade, duas coisas acontecem. Primeiro tiramos o foco de nós mesmos e por algum tempo concentramos a atenção em algo diferente. Esta distração é benéfica para o controle do estresse.

Em segundo lugar, e que talvez seja mais importante, é observar que não somos apenas nós que temos problemas; todos têm problemas e, com frequência, piores que os nossos. Esta nova forma de ver a vida produz relaxamento e um senso de universalidade, ou seja, não sou apenas eu que tenho problemas ou “bem-vindo ao planeta Terra”.

Você comprou a ideia? Muito bem, se quiser, faça uma experiência. Faça um plano de ajudar alguém pelo menos uma vez por dia. Isto requer atenção, você terá que se comunicar com as pessoas, vizinhos, amigos, parentes, colegas de escola ou de trabalho, e perguntar a eles se eles necessitam de alguma ajuda – isto se, naturalmente, você não detectar alguém em necessidade durante o dia.
Faça o teste durante uma semana, e me conte o resultado. Eu vou fazer o mesmo!

SAÚDE E ESPIRITUALIDADEHILDEMAR SANTOSMédico e professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Loma Linda, nos Estados Unidos