quinta-feira, 31 de maio de 2012

Tabagismo ainda é problema para 1 bilhão no mundo



Brasília, DF ... [ASN] Nesta quinta-feira, 31 de maio, quando é lembrado o Dia Mundial de Combate ao Tabagismo, as estatísticas ainda são alarmantes no planeta. Segundo informações do site Quit Smoking, especializado no assunto, há atualmente pelo menos 1,1 bilhão de fumantes no mundo e a triste expectativa é de aumento para 1,6 bilhão até 2025. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, entre 80 e 100 mil crianças, a cada dia, são iniciadas no hábito de fumar.

Os adventistas do sétimo dia, que somam quase 17 milhões de membros em todo o planeta, possuem pelo menos duas frentes de ação contra o tabagismo. A primeira delas são os cursos gratuitos sobre como deixar de fumar em cinco dias ministrados em escolas, universidades, igrejas e locais públicos. Permanentemente esses cursos abrem suas inscrições para a comunidade. Outra atuação adventista é através dos seus hospitais, clínicas e centros de vida saudável onde os pacientes recebem orientação médica e, por meio de um programa de desintoxicação, recebem ajuda para abandonar o vício. “Nossa preocupação é com a saúde integral das pessoas e certamente o tabaco afeta não apenas fisicamente, mas traz danos para a família e para a relação das pessoas com Deus”, comenta o pastor Marcos Bomfim, diretor sul-americano da área de Saúde da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Redução no Brasil – Em abril desse ano, o Ministério da Saúde divulgou pesquisa e alegou que o número de fumantes no Brasil está em queda. Conforme os dados apresentados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), de 2006 a 2011, o percentual de fumantes passou de 16,2% para 14,8%. A incidência de homens fumantes no período 2006-2011 diminuiu a uma taxa média de 0,6 % ao ano, segundo o Vigitel 2011. Hoje o sistema público de saúde do Brasil, chamado SUS, gasta cerca de R$ 19 milhões por ano com diagnóstico e tratamento de doenças causadas pelo tabagismo passivo. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

Meditação Diárias 2012 - A Constante Universal



31 de maio Quinta

A Constante Universal


Deus é amor. 1 João 4:16


A constante em todo o Universo, mais certa do que as estrelas em seu curso, é esta verdade: Deus é amor.

Vivemos em meio a um conflito cósmico; nosso mundo se desencaminhou terrivelmente. Mas, quando o mal atingir o limite de sua taça e o pecado e os pecadores deixarem de existir, a afirmação de que Deus é amor estará adornada nos céus e no coração de todos os seres criados.

Contemplamos a natureza hoje. Cardos e espinhos brotam da terra. Terremotos e furacões, secas e enchentes, pestes e pestilências assolam o mundo. Mas “‘Deus é amor’ está escrito sobre cada botão que desabrocha, sobre cada haste de erva que brota. Os amáveis passarinhos, a encher de música o ar, com seus alegres trinos; as flores de delicados matizes, em sua perfeição, impregnando os ares de perfume; as altaneiras árvores da floresta, com sua luxuriante ramagem de um verde vivo – todos testificam da terna e paternal solicitude de nosso Deus, e de Seu desejo de tornar felizes Seus filhos” (Caminho a Cristo, p. 10).

Quando Ellen White começou a escrever a história de nossa redenção, iniciando com o surgimento do mal no próprio Céu, passando pela vitória de Jesus Cristo e prosseguindo até a restauração final de todas as coisas, suas primeiras palavras foram: “‘Deus é amor’ (1Jo 4:8). Sua natureza e Sua lei são amor. Assim sempre foi; assim sempre será. ‘O Alto e o Sublime, que habita na eternidade’, ‘cujos caminhos são eternos’, não muda. NEle ‘não há mudança nem sombra de variação’” (Patriarcas e Profetas, p. 33).

Após a publicação de cinco livros e cerca de 3.600 páginas, ela encerrou sua obra. E o último parágrafo do último volume da série O Grande Conflito diz assim: “O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor” (O Grande Conflito, p. 678).

Vivo pela constante universal: Deus é amor. Quando minha casa vem abaixo, Deus é amor. Quando tudo mais falha, Deus é amor.
Quero viver por essa constante hoje. E você?

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Fiéis entregam A Grande Esperança em presídio de Americana

Americana, SP ...[ASN] Missionários voluntários visitaram o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Americana, SP, no dia 23 de maio, para entregar o livro A Grande Esperança para funcionários e detentos.
A campanha levou 200 exemplares para servidores da unidade prisional e cerca de 1.200 livros para os presos. “O nome de Deus foi engrandecido com esta ação”, afirmou Clayton Stina, líder voluntário em Americana e um dos promotores da mobilização.

O pastor Adílson Cruz, líder do distrito de Americana, coordenou a campanha missionária, que pretende alcançar cada residência do Brasil com o livro evangelístico. Diretores do CDP também receberam a mensagem de esperança.

Com capacidade para 576 pessoas, a população prisional do CDP de Americana é de 1.282, segundo dados da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo. [Equipe ASN, Heron Santana]

Meditações Diárias 2012 - O Escolhido



30 de maio Quarta

O Escolhido


O Senhor não Se afeiçoou a vocês nem os escolheu por serem mais numerosos do que os outros povos, pois vocês eram o menor de todos os povos. Deuteronômio 7:7

No verso anterior ao texto escolhido para hoje, o Senhor chama Israel de “povo santo para o Senhor, o seu Deus”. Entre todos os povos da face da Terra, Ele escolheu as doze tribos de Israel para serem “o Seu povo, o Seu tesouro pessoal” (Dt 7:6).

A percepção de ser o escolhido de Deus é uma faca de dois gumes. Inspira confiança e o senso de profundo valor próprio, mas também pode originar orgulho, senso de superioridade e arrogância.

Ao designar o povo de Israel como o Seu escolhido, Deus, por meio de Moisés, deixou bem claro que não havia nada de especial no povo que levasse Deus a tomar essa decisão. Não eram mais numerosos, nem mais poderosos ou mais obedientes do que os outros povos. Na verdade, eram menos numerosos do que os outros e na maioria das vezes mais teimosos, desobedientes e rebeldes.

Mesmo assim, Deus os escolheu. Por quê? Por Sua própria vontade, Ele simplesmente escolheu um material pouco promissor e disse: “Vocês são Meus, um povo especial que Eu separei para cumprir os Meus propósitos.”

A escolha de Deus foi um ato de pura graça. E ainda é. Como seguidores de Jesus Cristo, somos hoje os escolhidos de Deus. “Vocês não Me escolheram, mas Eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça”, disse Ele (Jo 15:16). Pedro afirmou: “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus” (1Pe 2:9).

Escolhidos. Que conceito! Somos especiais para Deus! Enfrentemos esse novo dia com a cabeça erguida, ombros para trás, passos saltitantes e com louvores a Deus em nossos lábios.

Oremos para que o Senhor nos guarde do orgulho e do senso de superioridade. Deus não nos escolheu porque somos melhores, superiores ou mais úteis para Ele. Não temos nada, absolutamente nada, que mereça o favor divino. O Senhor nos escolheu porque ama conceder dádivas liberalmente, pegar materiais pouco promissores e utilizá-los para cumprir Seus propósitos. Isso é graça.

O fato de sermos escolhidos coloca sobre nós uma responsabilidade: Ele nos escolheu para “darmos frutos”, para fazermos a Sua vontade, para cumprirmos o Seu plano – proclamar ao mundo que o Salvador veio e voltará.

Proclame ao mundo: Deus deseja que todos façam parte de Seu povo escolhido.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Meditações Diárias 2012 - Tríplice História de Amor



29 de maio Terça

Tríplice História de Amor


Rute, porém, respondeu: “Não insistas comigo que te deixe e que não mais te acompanhe. Aonde fores irei, onde ficares ficarei! O teu povo será o meu povo e o teu Deus será o meu Deus! Onde morreres morrerei, e ali serei sepultada. Que o Senhor me castigue com todo o rigor, se outra coisa que não a morte me separar de ti!” Rute 1:16, 17
O livro de Rute é uma joia preciosa. Localizado entre as histórias sanguinárias do livro de Juízes e a saga de Samuel, Saul e Davi no livro de 1 Samuel, o livro de Rute é uma obra-prima literária e espiritual. Além disso, também é uma tríplice história de amor.

A primeira história de amor é altamente incomum: o profundo amor de uma jovem nora por sua sogra. Noemi, destituída do marido e dos filhos numa terra estrangeira, decidiu voltar para sua terra natal. “Noemi” significa “agradável”, mas estava voltando como “Mara”, que significa “amarga”. Ela não tinha nada a oferecer para as noras viúvas, Orfa e Rute; nem moradia, riquezas ou um possível casamento. Noemi não dispunha de absolutamente nada e não tinha ninguém por ela.

“Voltem para o povo de vocês”, a sogra aconselhou Orfa e Rute. Orfa aceitou o conselho, mas Rute se recusou a deixá-la. Amava demais Noemi para abandoná-la. Decidiu que seguiria a sogra para onde a jornada da vida a levasse. Seguiria Noemi até a morte.

Isso é amor puro e verdadeiro; amor abnegado e fiel; amor desinteressado em bens materiais; amor extraordinário. Um amor assim tem sua origem no Céu.

A segunda história de amor também possui um toque incomum. Envolve um homem e uma mulher. Nada incomum nisso, exceto que os dois são o fruto de contextos totalmente diferentes um do outro. Boaz é bem mais velho, rico e israelita. Rute é jovem, viúva, pobre e moabita. Às vezes os opostos se atraem; esse foi o caso.

Mas há mais detalhes nessa história. Boaz era parente próximo de Elimeleque, marido falecido de Noemi. De acordo com a lei mosaica, Boaz tinha o direito e a responsabilidade de comprar de volta a propriedade de Elimeleque e também se casar com a nora viúva sem filhos (nesse caso, Rute). Boaz se tornou não apenas seu amado e marido, mas também seu protetor e libertador.

Isso nos leva à terceira história de amor. A palavra hebraica traduzida como “parente” se origina da mesma raiz que significa “redimir”. Boaz, por sua posição e ações, apontou para Jesus, nosso parente próximo que nos redimiu. Não tínhamos nada a oferecer, apenas nossa grande necessidade. Mas Ele nos acolheu, uniu-nos a Ele, para que vivêssemos ao Seu lado para sempre.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Grande jornal brasileiro destaca estilo de vida adventista



São Paulo, SP ... [ASN] Reportagem de hoje, segunda-feira, 28, do jornal Folha de São Paulo, um dos mais com maior circulação no Brasil, destacou o estilo de vida adventista em reportagem sobre saúde. O texto, intitulado Estudos procuram fórmula para chegar bem aos cem anos, assinado por Cláudia Colucci, diz que “os pesquisadores entendem que a longevidade extrema, acima de 110 anos, é para poucos. Há 70 supercentenários no mundo (65 mulheres e cinco homens). Outros 400 alegam essa condição, mas não têm documentos que a comprovem. Só no Brasil, já são quase 24 mil centenários, segundo o IBGE. Bahia (3.525), São Paulo (3.146) e Minas Gerais (2.597) são os Estados com a maior concentração”.

No final do texto, quando fala de grupos específicos em que já foi percebida essa longevidade, está a menção aos adventistas de Loma Linda, nos Estados Unidos. Especificamente sobre os adventistas, a reportagem diz que “adventistas dessa região estão entre os campeões da longevidade na América do Norte. Não bebem, não fumam e não comem carne de porco. Também desestimulam o consumo de outras carnes, alimentos muito gordurosos, bebidas com cafeína, condimentos e temperos considerados "estimulantes" Curiosidade - Guardam o descanso no sábado, dia em que socializam com outros membros da igreja”. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

Leia a matéria na íntegra em http://www.clippingexpress.com.br/ce2/?a=noticia&nv=Q-z_qKiXh0PRlRj22yeTeQ

Meditações Diárias 2012 - Escudo Humano (28/05)



28 de maio Segunda

Escudo Humano


Este é o Meu mandamento: Amem uns aos outros do jeito que Eu os amei. Essa é a melhor maneira de amar. Deem a vida por seus amigos. João 15:12, The Message

Em 15 de novembro de 2004, Rafael Peralta deu a vida por seus amigos. Oficial do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, Peralta e seus companheiros estavam em meio ao tiroteio intenso no Iraque na ocasião em que as tropas americanas e iraquianas tentavam dominar a força do controle rebelde da cidade de Fallujah.

Peralta, 25 anos, sargento do Primeiro Batalhão, tinha sido escalado para fazer parte do grupo de ataque que invadiu o esconderijo rebelde naquele dia. Ele foi um dos primeiros fuzileiros a entrar no local. Ouviu-se o som de tiros; Peralta, ferido, caiu ao chão.

Momentos depois, um dos rebeldes lançou uma granada no cômodo em que Peralta e os outros fuzileiros procuravam proteção. Os fuzileiros tentaram fugir, mas encontraram a porta trancada. Rafael Peralta, ainda consciente, agarrou a granada e se deitou sobre ela.

Apesar de um dos fuzileiros sair gravemente ferido devido ao estilhaço da bomba, muitas outras vidas foram salvas pelo ato de abnegação de Peralta ao utilizar o próprio corpo como escudo humano. “Ele salvou a metade da minha equipe”, afirmou o oficial em comando.

Peralta havia conquistado a reputação de colocar sempre os interesses dos colegas acima de sua vontade. Ele demonstrou isso novamente, e pela última vez, ao sacrificar a própria vida para que outros vivessem.

Admiro profundamente homens e mulheres como Rafael Peralta. À sua própria maneira, exemplificaram o espírito e o sacrifício de Alguém muito maior, Jesus Cristo.

Todos nós estávamos presos sob o tiroteio mortal do inimigo. Ensanguentados, nossa vida se desvanecia no chão frio de uma terra desconhecida. O inimigo lançou uma granada em nossa direção. O fim era certo. Morreríamos ali, morreríamos sem esperança, morreríamos sozinhos.

Mas Alguém Se lançou sobre o instrumento mortal. Colocou-o sob o próprio corpo e suportou sozinho a força descomunal do poder aniquilador. Ao proteger-nos, morreu; e nós vivemos. Ele morreu para que pudéssemos viver.